Não é só na internet que conseguimos informações pessoais da população, mas o meio digital é um intermediador que facilitou muito a coleta de informações de usuários, que muitas vezes não são usadas para fins “decentes”. As redes sociais são as que mais participam na colaboração para informar empresas, ou até pessoas má intencionadas sobre dados desde telefone e endereço até os gostos musicais e a rotina da pessoa.
Além das mídias sócias, o que se é muito usado são as campanhas de e-mail marketing. Por meio do monitoramento da lista do envio é possível saber sobre horário que abriu e-mail, qual link que mais interessou, o que se compra na internet, em que sites e assim ir interagindo cada vez mais com o destinatário de modo que tenha conhecimentos totais da pessoa para saber a hora de enviar uma promoção e a compra ser efetivada de fato.
Listas para e-mail marketing nem sempre são “legais”, muitas vezes essas listas são compradas e quem vende diz que é segmentada e que tem base confiante para o envio. Assim como é possível comprar mailing para o envio de um “simples” e-mail marketing, qualquer um pode comprar e ter acesso as mesmas informações, assim usando para o fim que bem desejar.
Pessoas má intencionadas podem usar os dados para conseguir dinheiro de alguém e ter a vantagem de ter informações para poder “persuadir” a pessoa, para que ela fique convicta de que quem está falando conhece bem sobre ela, sendo assim – talvez na cabeça dela – um conhecido. O medo também pode vir nesse momento, pois quem muito sabe já te investigou e pode fazer muito mais do que a gente pode imaginar.
O governo deveria ter um controle sobre esses dados de pessoas, como um programa de segurança da população. Agora que tais informações tão pessoais já estão de fácil acesso para qualquer um já se torna difícil controlar a situação, deve-se criar um método para que os dados da população se restrinja apenas ao governo e as empresas que necessitam dos mesmo para algum cadastro.

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